Não há moinhos de vento
Que
me afastem de ti
E
nem poderia a mesquinha sensatez
Ser
mais esperta que a loucura
Do
amor que sinto e que me dá forças
Para
lutar contra tempestades em alto mar.
Mar
que me leva a viajar
Para
distantes terras, mas mesmo cansado do caminho,
Sempre
volto louco para o seu amor, meu amor.
E
quando de ti me aproximo
Eis
que tenho minha nau engolida pelas ondas incessantes.
Cerram-se
meus olhos para sempre meu amor,
Mas,
meus poemas, estes viverão eternamente.
Este
poema faz parte da Antologia Mil poemas para Gonçalves Dias, uma maravilhosa
homenagem a um dos maiores poetas brasileiros.
Gil
Monteiro
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