Me perdoe a inconstância
Do
amor que jurei eterno.
Me
perdoe não suportar
A
distância e a solidão
Acalmar
a tristeza em outros lábios
Me
afagando em outros braços.
Por
não ter seus beijos
E
estar longe dos seus abraços.
Me
perdoe o ato insano
De
trai e magoar seu coração.
E
por mais que a gente tente
Este
amor está rachado.
Me
perdoe a incoerência dos fatos,
Que
em cada gesto é fato
Este
amor está marcado
E
os nossos sonhos perdidos
Me
perdoe o gesto áspero
E
a insensatez de trair.
Quebrando
o nosso encanto
Me
rendendo a um desejo de prazer.
Nosso
amor tão grande foi marcado
Mas,
ainda queima no meu peito arrependido e amargurado.
Nosso
inconfundível amor em pedaços
Ainda
vive em nós, mesmo não podendo ser concertado.
Me
perdoe o que se quebrou,
Mesmo
quebrado nos provou
Que
valeu a pena cada momento desse poema.
Gil
Monteiro
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