Nos corredores da alma que grita
O eco nos quartos vazios da vida.
Na mente os planos que guardo
Sem saber se um dia poderei
Percorrer a estrada desejada.
Há partes em mim que anseiam
Por tudo que meus sonhos murmuram.
Mas, como em um barco a deriva
Sem velas, sem remos, sem rumo
Os ventos do destino me levam
Cada vez para mais distante.
Quando em fim, pensei
Que poderia ser feliz,
Os desrumos da vida
Me desassossega o coração.
Os corredores sempre vazios da alma
Com quartos nunca ocupados,
É a vida de sonhos nunca realizados
E estradas jamais percorridas.
Gil Monteiro
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