Aos
ais do meu coração
A
doçura era sedução
Ao
ver o clarão da lua
Me
vinha inspiração
Que
pena toda minha vida
De
tanta poesia ser ilusão
O
desejo que realizava em um beijo
Fazia
palpitar no peito o coração
Era
sonho?
Eu
não dormia
Ébrio
então,
Me
deixou a paixão.
E
que noite! Que luar
E
que sonho! Que sonhar
A
brisa que vinha do mar
Parecia
suspirar sentimento.
Sonhando
sua imagem era nítida
E
teu perfume eu sentia
Eram
momentos de melodia
E
quando do sonho despertei
Percebi
a ilusão
De
acreditar que podia
Conquistar
seu coração
E
no fim da noite ainda sentia seu perfume...
Gil Monteiro
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Vejo que esse coração necessita de vários "band-aid´s"! rs
ResponderExcluirSão feridas antigas, já cicatrizadas. As marcas que ficaram são aprendizado.
ResponderExcluirQue Bom! As dores sempre cicatrizam-se...com ou sem band-aid's. Mas uma dorzinha sempre fica na memória da pele. Ainda Bem, caso contrário não inspiraria o poeta!;)
ExcluirÉ verdade! O que seriam dos poemas sem as dores de amor?
ExcluirLindo e cativante poética.Um grande Abraço
ResponderExcluirObrigado!
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