sexta-feira, 7 de setembro de 2018

AOS AIS DO MEU CORAÇÃO


Aos ais do meu coração 
A doçura era sedução
Ao ver o clarão da lua
Me vinha inspiração
Que pena toda minha vida
De tanta poesia ser ilusão
O desejo que realizava em um beijo
Fazia palpitar no peito o coração
Era sonho?
Eu não dormia
Ébrio então,
Me deixou a paixão.
E que noite! Que luar
E que sonho! Que sonhar
A brisa que vinha do mar
Parecia suspirar sentimento.
Sonhando sua imagem era nítida
E teu perfume eu sentia
Eram momentos de melodia
E quando do sonho despertei
Percebi a ilusão
De acreditar que podia
Conquistar seu coração
E no fim da noite ainda sentia seu perfume...
Gil Monteiro
✩⋆ ─────≺≻───── ✩⋆ ─────≺≻───── ✩⋆ ─────≺≻─────

6 comentários:

  1. Vejo que esse coração necessita de vários "band-aid´s"! rs

    ResponderExcluir
  2. São feridas antigas, já cicatrizadas. As marcas que ficaram são aprendizado.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que Bom! As dores sempre cicatrizam-se...com ou sem band-aid's. Mas uma dorzinha sempre fica na memória da pele. Ainda Bem, caso contrário não inspiraria o poeta!;)

      Excluir
    2. É verdade! O que seriam dos poemas sem as dores de amor?

      Excluir

Quem sou eu agora?

Sempre uso algumas qualidades ou defeitos para me descrever, e também coisas do passado poderiam me descrever bem, porém, hoje olhando para ...