Sempre
que alguém procura o que não perdeu
Quando
encontra se confunde.
Sempre
que alguém espera a volta de quem nunca esteve
Quando
chega se surpreende
Sempre
que se quer o que não precisa
Quando
tem desperdiça.
Sempre
que se luta pelo que não deseja
Quando
consegue joga fora.
O
fel das palavras que um poeta trás na alma,
Espera
para saber, quer o que precisa,
Luta
pelo que deseja.
Sem
preocupa-se em confundir, surpreender, desperdiçar ou jogar fora, pois nem tudo
presta para ter.
Arranco
dos meus sentimentos
Tudo
de bom e de ruim que existe em mim.
Belas
frases de amor
Às
vezes de raiva e decepção em outra.
Denúncias
também escrevo
O
que me fascina
E
o que me enoja
Não
agradam a todos os meus versos de amor
Nem
os meus versos de protesto.
Como
poeta deixo fluir tudo o que tenho na alma
Sem
me preocupar em agradar
Sem
me preocupar com quem vou desagradar.
Deixo
fluir sem reservas meus versos
Para
quem interessar ler.
Pois,
toda alma de poeta
Tem
em seus versos
Mel
ou fel
Gil
Monteiro
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